Noite fria, cama vaga […] Vazio sem você. Na escuridão do meu quarto, converso com a saudade, fecho os olhos e deixo o pensamento chegar até você –cale a boca, o pensamento está nele o dia todo–. Deixo meu subconsciente se torturar com a sua falta… E que falta! A cama está tão vazia sem você ao meu lado. A noite está tão fria sem você pra me servir de cobertor. O quarto está tão silencioso sem você pra me fazer perder o sono com conversas absurdas sobre o nosso futuro, com filhos, netos, sobrinhos, afilhados… Nós criamos o destino de gerações em conversas de apenas algumas horas. É no silêncio que eu tento te sentir, volto aos momentos que passamos e imagino você aqui. Deitar a cabeça no travesseiro e simplesmente dormir, não é uma tarefa fácil. Não quando alguém toma conta da sua mente e você passa a noite rolando na cama e rezando pra esse alguém aparecer na sua porta e dormir contigo, porque ele é a paz, é o motivo da agitação noturna. E por que a noite? Porque eu passo o dia todo buscando –sem sucesso– formas de suprir essa necessidade de pensar nele. Eu vivo tentando não sentir falta, mas deito pra dormir e o sono não vem, porque minha cabeça tá naquele sorriso convidativo de canto de boca, naquele beijo que me tira o fôlego ou naquela cara de bravo que eu tanto gosto. Eu sinto uma vontade demasiada de ter as mãos dele passeando pelo meu corpo de madrugada. Essa incógnita que é a forma que ele me conquistou, deixa um buraco na minha mente, de tanto encontrar razões ou explicações pra isso. Eu era essa coisa vazia, essa coisa sem vida e ele me tomou desse jeito. Ele me tem fácil demais. Penso tanto nele, que as batidas do meu coração ficam aceleradas e eu fico à beira da loucura sem aquele corpo pra abraçar. As paredes do meu quarto nunca foram tão brancas, nunca foram tão sem vida… Porque ele era a vida do ambiente. Nada mais tem a graça que tinha, porque ele não está aqui. Por que não está meu amor? Por que você não vem? Essa sua mania de causar saudade se nos vimos há cinco horas ou há cinco minutos. Saudade do seu cheiro na minha roupa. Saudade dos nossos planos e vontade de realizá-los. Dói, sabe? Dói não ter você aqui, mas… Não importa se são treze horas ou treze segundos que nos distanciam. O frio pra você esquentar vai ser o mesmo, a cama ainda estará vaga pra ti e eu ainda estarei esperando por você.
Carol Honorio - (FuckingFeel)
Noite fria, cama vaga […] Vazio sem você. Na escuridão do meu quarto, converso com a saudade, fecho os olhos e deixo o pensamento chegar até você –cale a boca, o pensamento está nele o dia todo–. Deixo meu subconsciente se torturar com a sua falta… E que falta! A cama está tão vazia sem você ao meu lado. A noite está tão fria sem você pra me servir de cobertor. O quarto está tão silencioso sem você pra me fazer perder o sono com conversas absurdas sobre o nosso futuro, com filhos, netos, sobrinhos, afilhados… Nós criamos o destino de gerações em conversas de apenas algumas horas. É no silêncio que eu tento te sentir, volto aos momentos que passamos e imagino você aqui. Deitar a cabeça no travesseiro e simplesmente dormir, não é uma tarefa fácil. Não quando alguém toma conta da sua mente e você passa a noite rolando na cama e rezando pra esse alguém aparecer na sua porta e dormir contigo, porque ele é a paz, é o motivo da agitação noturna. E por que a noite? Porque eu passo o dia todo buscando–sem sucesso– formas de suprir essa necessidade de pensar nele. Eu vivo tentando não sentir falta, mas deito pra dormir e o sono não vem, porque minha cabeça tá naquele sorriso convidativo de canto de boca, naquele beijo que me tira o fôlego ou naquela cara de bravo que eu tanto gosto. Eu sinto uma vontade demasiada de ter as mãos dele passeando pelo meu corpo de madrugada. Essa incógnita que é a forma que ele me conquistou, deixa um buraco na minha mente, de tanto encontrar razões ou explicações pra isso. Eu era essa coisa vazia, essa coisa sem vida e ele me tomou desse jeito. Ele me tem fácil demais. Penso tanto nele, que as batidas do meu coração ficam aceleradas e eu fico à beira da loucura sem aquele corpo pra abraçar. As paredes do meu quarto nunca foram tão brancas, nunca foram tão sem vida… Porque ele era a vida do ambiente. Nada mais tem a graça que tinha, porque ele não está aqui. Por que não está meu amor? Por que você não vem? Essa sua mania de causar saudade se nos vimos há cinco horas ou há cinco minutos. Saudade do seu cheiro na minha roupa. Saudade dos nossos planos e vontade de realizá-los. Dói, sabe? Dói não ter você aqui, mas… Não importa se são treze horas ou treze segundos que nos distanciam. O frio pra você esquentar vai ser o mesmo, a cama ainda estará vaga pra ti e eu ainda estarei esperando por você.

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